Existem inúmeros trabalhos não classificados falando sobre LOC, GS, MLS e outros bloqueios de navaides. Há também casos em que isso ocorre, intencionalmente e não intencionalmente. O problema com os eletrônicos de consumo é agravado: os eletrônicos de consumo locais no avião podem ter osciladores locais nos receptores. São pequenos sinais, mas estão próximos da antena, daí o maior risco.
O bloqueio do LOC (orientação lateral do ILS) e o VOR são semelhantes. A interferência GS é um pouco mais difícil de fornecer leituras falsas que fazem sentido para um piloto, quando o transmissor está fora do aeroporto.
A realidade é que até o GPS pode ser bloqueado, falsificado com sinais mais fortes etc. Várias empresas fabricam simuladores de GPS-GNSS, e não é ciência do foguete integrá-los aos sistemas de interferência. Algumas das contramedidas estão documentadas na literatura aberta, e outras contramedidas e métodos não. O bloqueio de GPS se torna um problema em vários sistemas de entrega de armas, e a criação de pacotes de contramedidas eficazes com peso e potência limitados (SWAP) é um desafio constante.
Concordo com o @STWilson, que se confrontado com a possibilidade de interferência, seria uma boa prática monitorar sua abordagem com GPS, NDB, OM e outros navaids. Por exemplo, sempre é possível iniciar um timer atravessando o OM, mesmo se estiver fazendo um ILS. Certamente, em uma situação de guerra ou terrorismo, verificações cruzadas adicionais são bons investimentos de esforço.